Na corrida barulhenta da cidade
Da cidade eu quero me afastar,
Daquele corre-corre sem parar,
Do barulho ensurdecedor dos motores
Dos horrores
Do tiroteio sem parar
Dos corpos que caem nas calçadas
Do sangue derramado
Em vão!
Abrir uma fresta naquele chão
E gritar ao mundo cão
Em poesia desejo me elevar.
Edebrande Cavalieri
Enviado por Edebrande Cavalieri em 26/10/2025
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