Pelas estradas empoeiradas,
Enlameadas,
De dor e sofrimento,
De brisa mansa naquele mar,
O Senhor caminhou,
Sentiu os sofrimentos
Compadeceu-se de cada um.
Assim chegou ao calvário,
Mas quis permanecer vivo para cada um de nós.
Então fez-se eucaristia,
Para todo dia,
Em cada estrada,
Em cada esquina.
Do corpo e sangue recebidos,
Distribuídos,
Somos o seu corpo ainda presente,
Mesmo errante em sofrimento,
Somos a eucaristia da vida do mundo.